quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Adeus ano velho, feliz 2015!

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Quando eu era pequena (de idade, de tamanho ainda sou) cada dia durava uma eternidade, o tempo demorava para passar. Já comentei sobre isso aqui, de cada ano acabar mais rápido que o anterior. Ontem mesmo eu estava embarcando para os Estados Unidos, indo realizar o sonho da minha vida e, hoje, já faz um ano que eu fui.


Como assim? Pára tudo que hoje é o último dia de 2014. E como adoro um clichê, eis aqui a minha retrospectiva:


Eu tenho um sério problema com mudanças, gosto das coisas como estão a não ser que essa mudança envolva passar três meses em outro país trabalhando e conhecendo uma cultura diferente. No final de 2013 eu fui para os Estados Unidos e trabalhei em um dos hoteis mais famosos do mundo. 2014 chegou em uma festa de paraguaios ao som de reggaeton com muita neve para fazer eu esquecer o calor que me aguardava na volta. Em 2014 eu pude conhecer New York, falar que já pisei na Times Square e vi a estátua da liberdade bem de pertinho.



Existem momentos muito importantes em nossas vidas em que temos certeza que foram essenciais para a nossa mudança e evolução. Ter ido para esse intercâmbio foi um desses momentos, que guardo com muito carinho. Aprendi a dar valor para o trabalho do meu pai, para o dinheiro só conquistado depois de muito suor e estresse, o significado de saudade e que o Brasil é o meu lar.


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Agora estou pensando nas metas que já fiz em alguns anos e lembrei que ainda não sei dirigir, se tem uma coisa que 2014 não me trouxe foi uma carteira de motorista, mas fica para o próximo, ou não, já que eu tenho uma preguiça enorme e fico sempre adiando. Esse ano também mudei de casa, hoje moro em um apartamento e foi uma mudança muito boa. Com uma certa idade você percebe que o lugar que você mora tem que ser sinônimo de paz – e limpeza, coisa que prezo muito e não é humanamente possível em uma república.


Nesse ano eu também aprendi a não ligar muito para o que as pessoas pensam, quando fiz esse blog e o canal do Youtube tive muito medo que pessoas do meu convívio descobrissem e escondi por um tempo, depois desencanei quando o Instagram me dedurou para todo mundo do meu Facebook, percebi que gente que perde tempo falando mal quando uma pessoa está fazendo o que gosta, não merece nem um pingo da minha preocupação/chateação.



Acho que é isso, não tenho muito o que falar por motivos de – não fiz nada de muito extraordinário nesse ano. Mas espero que 2015 seja tão bom quanto, e se eu puder desejar...


Que seja melhor!

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