quinta-feira, 23 de junho de 2016

Filme: Invocação do Mal 2

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Essa semana fui ao cinema para ver o tão esperado Invocação do Mal 2 (The Conjuring 2). Será que sou só eu que esquece do enredo de filmes de terror? Eu não lembro de quase nada do primeiro filme e se eu fosse querer comparar a qualidade entre ele e o segundo, teria que ver novamente. Sendo assim, vou falar o que achei sobre o filme sem citar o anterior. Ah! Esse post não tem spoilers :D


Primeiro gostaria de deixar registrada aqui a vitória que foi assistir esse filme em uma sala de cinema e não passar nervoso nenhuma mísera vez. Ultimamente eu detesto ver filmes de terror/suspense em cinema porque as pessoas simplesmente não têm respeito e educação, e acabam atrapalhando quem está querendo prestar atenção. Acho que o fato de eu ter escolhido a última sessão (23h45) de uma plena terça-feira deve ter colaborado bastante para essa vitória. Fujam de cinema aos finais de semana. Cilada.


A história desse filme gira em torno de uma família com 4 crianças e uma mãe solteira. O pai fugiu e deixou seus familiares na pobreza e, em uma noite, coisas estranhas começam a acontecer pela casa. Para provar para a Igreja que o caso era real, o casal de investigadores paranormais Ed e Lorraine são chamados. Como enredo, posso dizer que é aquele velho clichê de casa mal assombrada de sempre.


Fui bastante surpreendida por esse filme porque eu já chego com a expectativa lá embaixo, já que ultimamente fazer um bom filme de terror está difícil pelo jeito. No começo realmente pensei que teria mais uma decepção, pois gosto de filme no estilo Bruxa de Blair, que a gente fica na expectativa de algo aparecer na tela e, no fim, nada aparece. Acredito que isso é o que mais dá medo, ficar esperando pelo susto. Esse filme já começa com tudo exposto, espírito que gosta de aparecer e nem se esconde. Conforme a história vai se desenvolvendo, isso muda e acaba ficando mais interessante.


giphy


No quesito sustos achei bem ok. O filme realmente faz com que você dê uns pulinhos na cadeira, mas se você está acostumado com esse tipo de filme, com certeza vai dormir tranquilamente depois de assistir. Não é um medo surreal. O que gosto é o fato desses filmes transformarem coisas cotidianas em afazeres pavorosos, tipo você estar na sua cama dormindo e escutar alguma coisa se aproximando ou escovar os dentes e ver um espírito pelo reflexo do espelho.


Quanto à atuação eu sou um pouco suspeita para comentar já que uma das minhas atrizes favoritas, Vera Farmiga, faz um dos papeis principais. A menina mais nova da família me lembrou muito uma jovem Kristen Stewart, com direito àquela cara de paisagem e cólica ao mesmo tempo. Os outros atores foram bons.


O mais legal é quando os créditos começam a rolar e umas fotos do verdadeiro casal de investigadores (sim, é baseado em fatos reais) aparecem. Mostram as pessoas que os atores estavam interpretando e áudios sobre o caso. Eu não sei vocês, mas ta aí uma coisa que eu não quero nunca descobrir se é verdade.


Nota: nota4

 

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